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Publicar os resultados da pesquisa num periódico internacional rende frutos a qualquer cientista. Esse é um dos meios mais importantes para destacar-se na academia e fazer circular o conhecimento. O problema é que escrever um artigo científico em inglês pode não ser tão simples, mesmo que o autor tenha um domínio razoável do idioma.

A seguir, você confere algumas dicas para tornar a escrita acadêmica mais profissional. Brasileiros cometem equívocos porque tentam verter expressões do português à língua inglesa, embora não haja correspondentes diretos. Porém, esses erros são facilmente corrigíveis.

  1. Evite começar frases com “It is…”

Na nossa língua-mãe, introduções como “é importante considerar que…” e “é muito comum encontrar…” são normais – especialmente no texto científico, que deve ser impessoal. Porém, a estrutura soa juvenil e fraca, quando transposta para o inglês.

Assim, procure não utilizar:

“It is important to learn about global warming.”

Prefira construções do tipo:

“Global warming is an important subject to learn about.”

  1. Não abuse do “the”

Artigos definidos (“o”, “os”, “a” e “as”) são constantes na língua portuguesa. Já no idioma do Tio Sam, o equivalente “the” restringe-se a eventos, objetos ou pessoas específicas. Nos demais casos, corta-se esse elemento, o que atribui um tom mais profissional à obra. Exemplo:

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