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O número de  estudantes brasileiros que sabem que é possível fazer uma graduação no exterior é bem pequeno. Por outro lado entre os que sabem que esta possibilidade existe, não  entendem o processo de candidatura, que é bem diferente do nosso vestibular ou ENEM. Definitivamente sonhar com essa graduação não é para todos, porém os universitários que desejam muito essa experiência transcultural, precisam estar atentos à alguns detalhes bem básicos para conseguir realizar esse sonho.

Primeiramente, reflita sobre as suas expectativas em relação à graduação no exterior. Quando você pensa na sua graduação, quais são os objetivos que sonha atingir? E o que você deseja fazer depois? Essas são algumas das pergunta que você pode fazer a si mesmo para entender melhor quais são as suas expectativas. Se você toma a decisão de ir estudar no exterior, você tem que saber muito bem o que quer, senão corre o risco de chegar lá e se decepcionar.

Segundo, pesquise e escola onde quer estudar. Entender o que as diferentes instituições (e os diferentes destinos) têm a oferecer é imprescindível. O processo de admissão de universidades estrangeiras, é complexo e exige dedicação. O aluno precisa entender bem o que espera das universidades; o que cada uma pede em seu processo de seleção; e o que elas têm a oferecer. Cruzando esse fatores, ele chegará a uma boa lista de escolas e poderá se preparar de forma mais focada. Porém, onde pesquisar?  Além de olhar na internet ou em canais que são direcionados ao assunto, existem os rankings das melhores universidade ou de áreas de atuação.  Também é uma boa ideia investigar o próprio site das universidades pelas quais você se interessa.

Já se decidiu? Agora temos algumas dicas:

De antemão cada instituição de ensino tem seus requisitos específicos para os candidatos porém dentro os diversos tipos de pré-requisitos diferentes existem 5 aspectos mais comuns:

1º O idioma – Apesar de  ser umas das principais barreiras para os brasileiros, o idioma, da instituição de ensino, é um dos requisitos mais inflexíveis das bolsas de estudo. Geralmente a proficiência precisa ser comprovada nos testes padronizados como por exemplo o Toefl e o Ielts. Definitivamente falar inglês é o principal para realizar a candidatura para sua graduação.

2º O currículo – O currículo é um aspecto que varia bastante para quem está prestando bolsa de graduação ou pós graduação pesquisa e especialização. No caso da Graduação, o currículo será um resumo das atividades extracurriculares que você realizou no ensino médio, como por exemplo: Olimpíadas científicas, trabalhos voluntários, intercâmbios de ensino médio, etc.

Já a pós-graduação, intercâmbio acadêmico ou especialização, precisa comprovar pesquisa na área ou experiência profissional.

3º Histórico Escolar – Os editais costumam pedir que você mande o seu histórico da experiência anterior. Então se você está prestando para a graduação, você enviará o histórico do ensino médio. Para pós-graduação, o histórico da graduação e assim por diante. 

4º Documentação – Esta é a parte mais subestimada pelos estudantes. Afinal pode até mesmo levar um tempinho para reunir toda a documentação. Entre as documentações estão: O comprovante de renda da família, quando as bolsas pedem; a tradução juramentada do seu histórico escolar, o comprovante de conclusão do ensino médio ou da graduação e o passaporte. Então antes de pensar em se candidatar leve em consideração algumas semanas para preparar tudo isso.

5º Uma história – Entenda que sua candidatura precisa contar uma boa história que te conecte com o que eles oferecem. Como por exemplo: Como sua nota em português se relaciona com  forma que você aprendeu o inglês,  e isso fez com que você procurasse a fluência por meio de atividades ou tentativa de comunicação com estrangeiros ou; como a história da sua família influenciou diretamente para as decisões que você tomou em sua carreira.

Existem pessoas especificas que podem estudar no exterior?

Frequentemente qualquer estudante do 3º ano do ensino médio brasileiro pode se candidatar. Também é possível se candidatar após um ano de formado, desde que você consiga justificar que fez coisas interessantes nesse período. As universidades chamam esse um ano após o termino dos estudos de gap year. A possibilidade de ingressar em universidades de excelência dos Estados Unidos cai consideravelmente se você tiver mais de um ano de formado. Caso você já esteja na graduação e queira estudar no exterior, deverá pedir transferência.

A principio, não é possível começar o curso do zero, como no Brasil – ou então esperar para fazer uma pós-graduação. Você precisa entender que as  universidades vão escolher candidatos que tenham um potencial de realizarem coisas grandes no futuro e que serão embaixadores de sua marca. Com esse foco você vai conseguir colocar seu sonho de acordo com o que as instituições oferecem. E aí está preparado?

Quanto custa fazer uma graduação no exterior?

A principio quem está pensando em fazer uma graduação no exterior deve, além de calcular os gastos com o application (provas e taxas das universidades), se preparar para as mensalidades e o alto de custo de vida em algumas cidades. Para te ajudar, fizemos uma pesquisa nos destinos mais escolhidos;

Estados Unidos – De acordo com o Education USA no Brasil, estudante de graduação no exterior devem gastar cerca de US$ 47 mil por ano só com anuidade. Somando os custos de vida, o valor chega próximo a US$ 65 mil por ano. Isso, é claro, sem contar as bolsas de estudo. Se você ainda não sabe quanto vai gastar, uma dica interessante é o site do College Board. Lá são oferecidas diversas ferramentas para calcular os potenciais custos de uma graduação no exterior.

Reino Unido – Se sua intenção é estudar no Reino Unido uma dica interessante é o site do International Student Calculator. Você pode somar o valor da universidade com gastos como moradia, alimentação, transporte e hobbies. Nos sites das universidades você encontra os valores dos cursos. Para estudar História e Economia em Oxford (UK), por exemplo, você vai ter que investir cerca de 30 mil
Libras por ano.

Austrália – Segundo o Australian Centre, um estudante que for cursar uma graduação na Austrália terá que investir de AU$ 19mil a AU$ 24mil. Somado a isso, é preciso se preocupar com o custo de vida. “Para um semestre de graduação o estudante irá gastar em torno de R$ 28 mil”. Tais valores podem variar. Depende da cidade, universidade, área do curso, tipo de acomodação e quantidade de moradores. E, claro, depende do estilo de vida levado pelo estudante durante a sua permanência no país.

Canadá – O Canadá é o principal destino de estudantes brasileiros. Para cursar uma graduação no país, você precisa investir de CAD$ 15 a CAD$ 19 mil. O custo de vida mensal (acomodação, alimentação e transporte), varia em torno de R$ 3 mil a R$ 4,5 mil.

Em síntese, agora que você já tem toda essa informação, o que precisa ser feito é partir para a ação, porque de nada adianta apenas sonhar e não correr atras dos sonhos. Dessa forma as dicas irão te nortear e fazer com que você tenha uma noção daquilo que você, de fato quer, mas lembre-se realizar os sonhos definitivamente exigem muito de nós. Em suma precisamos estar cientes de que todo e qualquer colheita tem o esforço do plantio, mas a ordem sempre será essa acima de tudo “plantar e colher” jamais será o contrario. Portanto junte toda sua garra, toda sua vontade, e vá iniciar as mudanças que só você pode fazer para que seu futuro seja aquele que você deseja.

 

 

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